terça-feira, julho 3

Moda e E-commerce


E-commerce da Moda

Segundo notícia publicada pelo site da Vogue britânica, o e-commerce de moda registrou a marca de um bilhão de libras em 2006, conforme apontou uma pesquisa realizada pela Mintel.
O crescimento em relação aos cinco anos anteriores é de 461% e é atribuído ao crescimento de sites como o famoso www.netaporter.com e www.mywardrobe.com.
Outro fator seria o aumento de pessoas com acesso à rede, especialmente na faixa etária entre 15 e 24 anos. “Sem dúvida, 2006 foi um ano definitivo para o comércio online de roupas”, disse Neil Mason, um dos analistas da Mintel.
A expectativa continua em alta para os próximos cinco anos: “As vendas devem aumentar cerca de 138%”, previu Mason em reportagem à BBC.

Para facilitar ainda mais o consumo o e-commerce ou também chamado consumo online, cresce anualmente no Brasil e no mundo, por exemplo nos Estados Unidos o Varejo online em 2006 faturou U$ 100 bilhões com uma alta de 24%. O Brasil também encerrou o ano de 2006 com alta superando a expectativa do setor e também com o crescimento no número dos consumidores virtuais.

Segundo acompanhamento que a e-bit faz do comércio eletrônico brasileiro, após o término do ano, o número registrado no balanço para o faturamento do setor foi R$ 4,4 bilhões, ou seja, R$ 100 milhões acima do esperado. Um crescimento calculado em 76% quando comparado ao ano de 2005, a previsão para 2007 é um faturamento de R$ 6,4 bilhões.

Os produtos mais vendidos ainda são títulos de CD, DVD, Eletrônicos, Livros, Revistas e Jornais. Mas o mercado de viagens e carros apresenta crescimento.
O setor mostrou um crescimento alto e constante tanto no que diz respeito ao faturamento quanto à quantidade de e-consumidores, que somente esse ano cresceu 46% em relação a 2005, atingindo 7 milhões de pessoas adeptas às compras virtuais.

No Brasil os e-consumidores ainda não possuem a cultura de compra de roupas pela internet, um dos principais motivos da objeção é a não existência de uma padronagem no tamanho dos roupas, ou seja, será que vai servir? Como trocar?[

Encontramos sites de lojas de varejo e estilistas que vendem suas roupas e acessórios na rede. Um exemplo de varejo é a rede de lojas Marisa a compra pode ser efetuada online, com cartões de crédito ou boleto bancário. A Entrega é via Sedex e a troca dos produtos efetuados pela internet pode ser realizada em qualquer uma das 140 lojas da Marisa em todo o Brasil, basta apresentar a nota fiscal e a mercadoria com a etiqueta da loja, no prazo de 30 dias após o recebimento do produto.

O que não impede dos médios e pequenos lojistas possuíram sites, blogs para exporem seus produtos, venderem e criar mais um canal de comunicação com seu consumidor. A internet possibilita a utilização de diversos recursos de interação com o público. Tornando-se um palco virtual, uma vitrine, etc..

O consumo da moda

Na pesquisa realizada pelo Instituto de Estudos do Mercado Industrial (IEMI) no início de 2006, mostrou que cerca de 70% das pessoas compram roupa mensalmente. Em média adquirem 2,3 peças por mês.

Mas as roupas não costumam fazer parte do planejamento orçamentário da família.
O IEMI constatou que 58% da decisão de compra acontecem nas vitrines e na primeira vez que a pessoa viu o produto, ou seja, uma compra por impulso. Mas 32% planejam a compra depois e desses dois terços voltam para comprar o produto.

Nenhum outro veículo permite tanto dinamismo e interatividade como a Web. Através da internet é possível que o anunciante se comunique com o seu público, se relacione e venda seus produtos ou serviços.
Bjocas e até mais,

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