terça-feira, julho 8

O poder das marcas

Achei esse post bem interessante:

De quem é a culpa?

Do consumidor? da cadeia de consumo? das marcas? do valor agregado?

Leia e reflita...

Reflexão sobre o post Polícia Civil apreende mais de 10 toneladas de roupas com marcas falsificadas em Goiás; 13 são presos

Acho interessante como a chamada da notícia e seu conteúdo manifestam reações diferentes em cada um. A cadeia de significantes nos leva até onde a informação nos toca mais profundamente. Neste caso: mercadorias falsificadas, crime, drogas, tráfico, mortes de famílias e criancinhas. É sempre muito difícil fazer um julgamento a partir da moral particular para uma questão ética (que afeta a todos).
Antes da falsificação das mercadorias encontradas, elas foram produzidas - o tecido foi comprado, cortado, modelado, costurado, para finalmente as etiquetas de marcas conhecidas serem colocadas. O que certamente gerou emprego, recursos financeiros que sustentaram famílias e criancinhas.
Este fato me faz refletir sobre duas questões que suscitaram durante minha leitura da matéria e seus comentários:
1. Todos que participaram da cadeia de produção destas peças são criminosos?

Ex.: modelista, costureira, etc.

E os consumidores, também podem ser considerados tão criminosos quanto os que elaboraram a trama da falsificação, incluindo a escolha das marcas?

2. As peças (jeans e malhas) que foram produzidas e apreendidas não deixam de ser vestuários que abrigam o corpo de qualquer um.

Como a marca, que revela seu valor agregado no preço da peça, serve de entorpecente que incita a falsificação e o tráfico criminoso.




(...) Leia o artigo completo Identidade na moda: a marca pode nos trair (367 words)



Bjks Ale

Nenhum comentário: