domingo, fevereiro 6

Os 20 maiores anunciantes brasileiros


O avanço médio do mercado de 19% é um ótimo resultado, que supera os crescimentos registrados nos anos anteriores: 7% em 2009 e 12% em 2008.

Os números consideram oito meios: TV aberta (37 mercados), revista, jornal, rádio, outdoor, TV por assinatura, cinema e internet. Os rankings não levam em conta os descontos normalmente negociados entre as partes, computando os valores expressos nas tabelas dos veículos. O instituto tem por critério valorar todo e qualquer espaço ocupado, seja ele gratuito ou não.

Confira, a seguir, a lista das empresas anunciantes que mais compraram mídia no Brasil em 2010, com os valores de investimentos (em R$) reportados pelo ranking do Ibope Monitor, e, entre parênteses, a variação percentual na comparação com o ano anterior:


1º Casas Bahia - 3.095.281.000 (1,2%)

2º Unilever - 1.930.001.000 (-0,6%)

3º Hyundai Caoa - 1.324.532.000 (78%)

4º Ambev - 1.241.776.000 (35,8%)

5º Caixa Econômica Federal - 980.808.000 (15,8%)

6º Bradesco - 926.195.000 (26%)

7º Fiat - 876.904.000 (18,8%)

8º Reckitt Benckiser - 830.084.000 (80,3%)

9º Procter & Gamble - 734.267.000 (97%)

10º Volkswagen - 702.970.000 (44,6%)

11º Petrobras - 663.488.000 (21,3%)

12º Cervejaria Petrópolis - 659.327.000 (65,7%)

13º Grupo Pão de Açúcar - 649.518.000 (54,1%)

14º Ford - 627.149.000 (12,6%)

15º GM - 607.303.000 (19,5%)

16º Vivo - 589.156.000 (29,1%)

17º Itaú - 577.914.000 (39,1%)

18º Coca-Cola - 575.619.000 (16,8%)

19º TIM - 566.452.000 (-2%)

20º Colgate Palmolive - 566.324.000 (31,4%)

21º Peugeot Citroën - 539.976.000 (46,6%)

22º Hypermarcas - 526.496.000 (-22,8%)

23º L´Oreal - 444.060.000 (*)

24º Banco do Brasil - 433.566.000 (29,9%)

25º Danone - 421.756.000 (-9,2%)

26º Claro - 401.998.000 (-11,2%)

27º Renault - 385.467.000 (*)

Total Geral (todos anunciantes) - 76.256.415.000 (19,1%)

Fonte: Ibope Monitor. (*) Não apareciam entre os 30 primeiros em 2009. São desconsiderados: anunciantes governamentais cujas verbas são destinadas a campanhas públicas; campanhas beneficentes; ONGs; associações de classe; todos os veículos de comunicação; e infomerciais e televendas. Empresas pertencentes em sua totalidade acionária (100%) a grupos de comunicação, que não sejam veículos, são excluídas na totalidade apenas do grupo ao qual pertence.

Fonte: MMONLINE

bjks Ale






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